segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Minha vida no papel (8º)

        

        “ Eu não me arrependi de ter feito aquilo. O professor que foi o culpado de tudo ficou livre. Ele não é melhor que ninguém, e na minha justiça ele precisava ser guiado pra outro caminho. Foi Deus quem mandou ele, e agora eu o mandei pro inferno..!” Pensava eu...
         - Meu amor você ta bem? – perguntava minha mãe quando tomava café – Porque  você voltou cedo?
         - Porque eu e o Vitor passamos a noite acordado, jogamos a noite  toda, fizemos um massacre – Eu sorri meio sem graça, ela não entendi nada.
         - Não quero você trabalhando mais, não precisa meu amor. – Ela disse vendo q eu sentia falta da Paula.
         - Tudo bem. A minha força ainda não acordou, então não vou conseguir trabalha tanto – Sorri tentado parece brincadeira, parecia que ela era só uma amiga que eu queria q ficasse bem. Mas na verdade eu precisava dela, eu necessitava dela, era tão difícil aceitar aquilo com 15 anos.
         Eu queria crescer e poder ir pra um monte de boates e pegar um monte de garotas e esquecer-se dela, mas era difícil só de pensar em outra, porque ela logo aparecia na minha mente, e depois que me tocava que eu estava pensando nela. Mas agora eu estava sozinho, e meus 15 anos pareciam mo tono demais pra mim.
         Eu e meus amigos expulsamos um cara do mundo, e não estávamos nem aí. Parecia tudo normal. Passaram-se dois anos e Paulo tinha mudado de cidade, foi pra um hospital melhor, pois ela não havia acordado.
        Eu e meus amigos estávamos crescendo e evoluindo cada vez mais, éramos os caras da escola, todos queria ser nossos amigos, até porque se não fosse. Era inimigo pra mim!
       Eu estava de nova namorada, era maravilhosa mim dava o que queria de uma garota, como todo garoto que tem uma decepção tem medo de ter outra. Eu não queria mais me apaixonar, só me satisfazer.
      Com meus amigos sempre juntos... Porque eles sim! eram fieis a mim..!

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